Sonho-combo com Fringe e mais Incubus Louro – noite de 21 para 22 de dezembro de 2010

Na noite retrasada o Incubus Louro apareceu de novo nos meus sonhos.

Sonho que estou em uma versão altamente alterada dos “Alpes Belo-Horizontinos” (Belvedere, Vale do Sereno, esses bairros na divisa de BH com Nova Lima, no alto da Serra do Curral). Por lá encontro dois ex-colegas de trabalho, E. e G. O G. do mundo real é louro de olhos azuis e, embora lindo e gostoso, parece um robô (ou um Vulcano, mas sem orelhinhas pontudas), raramente demonstrando emoções humanas como, por exemplo, tesão. O G. do sonho, porém, tem olhos verdes e, principalmente, uma expressão facial descaradamente pervertida. Essas diferenças notáveis mais um daqueles “conhecimentos oníricos” em que simplesmente sabemos alguma coisa sobre um aspecto do sonho me dizem então que ele é na verdade o Incubus Louro imitando G.

Converso com G. e E. e fico sabendo (por um E. muito encabulado e um G. sorrindo de forma ainda mais lasciva) que G. e E. ficaram um com o outro. O que é uma anomalia em comparação com o mundo real, onde G. e E. são, ao menos aparentemente, heterossexuais exclusivos. G. aliás tinha namorada até o começo do ano e E. tem uma namorada de muitos anos. A propósito, o E. do sonho é mais bonito de rosto e mais encorpado que o do mundo real, que é muito magrelo, a ponto de ficar um pouco feio devido à magreza.

Em termos de continuidade ainda é o mesmo sonho – não tenho a sensação de um hiato sem sonhos e um novo sonho começando. Porém, a narrativa muda da água para o vinho. Ainda estou nos “Alpes Belo-Horizontinos”, mas agora é noite e estou dentro de um grande hospital que parece anormalmente antigo para essa região da cidade, dando a impressão de ter sido construído décadas atrás. Um prédio com poucos andares e muito comprido, com telhas de cerâmica coberta de líquens e antigas janelas com persianas de madeira.

Dentro desse prédio um grupo de crianças se esconde dentro de um quarto juntamente com o Dr. Walter Bishop, o cientista genial e (literalmente) louco da série Fringe. Ao que parece, sou uma das crianças. O Dr. Bishop tenta proteger as crianças de um perseguidor implacável que está atrás deles. Mas não adianta: eventualmente são encontrados pelo perseguidor,  que é um homem alto, de olhos claros e cabelos precocemente grisalhos batendo nos ombros, e uma expressão peremptória de quem fará qualquer coisa para conseguir o que quer. O perseguidor exige do Dr. Bishop uma fórmula que o mesmo possui. Muito consternado, o velho cientista retira do bolso uma ampola com um líquido incolor e a entrega ao perseguidor. Este produz um sorriso malicioso de triunfo e vai embora.

Um pouco depois, o Dr. Bishop e as crianças estão fora do hospital, e encontram o perseguidor cambaleando. Ele olha triste e derrotado para o Dr. Bishop, e vejo que seu rosto parece ter envelhecido vinte ou trinta anos, e seu corpo de fato está levemente curvado como o de um velho. Ele acusa o Dr. Bishop de tê-lo enganado, misturando não sei qual outra fórmula, ao que parece um acelerador de envelhecimento indetectável, dentro da ampola. O Dr. Bishop faz uma cara consternada que parece dizer “lamento, mas foi o caminho que você escolheu”, e o sonho acaba.

P.S.: na noite de hoje (22 para 23 de dezembro) incrivelmente tive outro sonho com o Incubus Louro, que desta vez apareceu sob a forma de algum tipo de atleta – acho que um nadador, desses muito altos, com braços e pernas anormalmente longos, e pele branquíssima e desprovida de pêlos como a de certos mamíferos marinhos. Só tenho essa imagem do sonho, porém.

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Nunca mais compro eletro-eletrônicos nas Lojas Americanas

Hoje fui às Lojas Americanas, que eram o lugar vendendo ventiladores mais perto de minha casa, comprar um circulador de ar novo para minha mãe. (O dela enguiçou, está fazendo um calor dos infernos, e o apartamento dela tem uma circulação de ar natural péssima, quase inexistente.)

Voltei para a casa dela, tirei o circulador comprado da caixa, liguei na tomada, mexi no botão e ele não funcionou. Obviamente, fiquei puto, mas resignadamente coloquei de volta na caixa e voltei para a loja com a nota fiscal. Cheguei na loja e tive de passar por uma burocracia de ir a um setor de “Atendimento ao Cliente” – idealmente, creio que os funcionários do setor onde fica o produto defeituoso é que deveriam fazer a troca na hora, de forma transparente para o usuário. No Atendimento ao Cliente me deram outro papelzinho, um “vale troca”, que me autorizaria a pegar outro circulador do mesmo modelo na sessão de eletro-eletrônicos. Fui lá, mostrei o papelzinho e pedi para o vendedor ir comigo testar um circulador do mesmo modelo que funcionasse. Aí recebi a informação que realmente me deixou puto de verdade: eles me disseram que não testavam produtos na loja, ponto final. Ou seja, eu teria de ir para casa arriscando a ter pego outro produto defeituoso depois de ter tido o trabalho de voltar lá! Depois de eu criar caso o vendedor até disse que existia um jeito de testar o produto, mas eu teria de ir não sei onde e pegar não sei que papel e depois ir a não sei qual lugar para fazer isso. Ou seja, eles usam a mesma estratégia nefanda de alguns setores do governo: dificultam uma operação por meio de burocracia para desencorajar as pessoas de fazerem o que querem.

Eu não tinha tempo para perder mais uma ou duas horas de minha vida com isso, então peguei outra caixa e fui embora. Felizmente, o segundo circulador funcionou. Mas nunca mais vou comprar eletro-eletrônicos em uma Loja Americana. Talvez  – e olhe lá – só na Loja Online, onde eu já comprei e onde nunca deu problema. Para começo de conversa, as coisas que já comprei na Loja Online vinham em bom estado, enquanto as caixas no setor de eletro-eletrônicos dessa loja onde fui pareciam ter sido carregadas como se fossem sacos de batata…

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Sonho com o Incubus Louro, noite de 19 para 20 de dezembro de 2010

Esta noite tive um sonho erótico (ou talvez seja melhor dizer “pornográfico” 🙂 bastante intenso.

Sonho que estou em uma velha casa (ou melhor, apartamento térreo) onde morei quando tinha uns oito anos de idade. Junto comigo estão um menino (idade aparente entre 18 e 22 anos, eu diria) mulato, baixinho, e um amigo de infância, que chamarei simplesmente de R., em sua forma adulta.

Sempre tive tesão em R. – alto, bonito, louro, olhos azuis, pau enorme (ocasionalmente eu via ele e o irmão pelados, quando íamos nadar no mato, essas coisas) e, como se isso não bastasse, ainda é um sujeito extremamente inteligente, de família riquíssima, e muito safado. Sim, é o ser perfeito, o Übermensch, o Parágono. 🙂

Oh, bem, melhor dizendo, é quase perfeito, porque até onde eu sei é completamente, radicalmente heterossexual. Mas a versão de R. no meu sonho topa transar com homens, e de fato eu, ele e o menino mulato estamos fazendo a três. Eu penetro o mulatinho, que  é deliciosamente quente e apertado; o menino delira, parecendo quase desmaiar de tesão. Apesar de bombar o garoto, porém, fico de olho fixo no pau enorme (chuto que devia ter uns 22cm no sonho, como uma vez que vi ereto no mundo real) de R., que apenas se masturbava nos olhando. Salivo de vontade de chupá-lo.

Em algum momento, não aguento e pergunto: “Ei. R. posso chupar?” Considero que é preciso pedir permissão, afinal éramos amigos de infância e nunca rolou nada entre nós. R. fica meio surpreso por um instante, mas logo responde: “Claro!”. Caio de boca e consigo engolir tudo, tamanha a vontade, e sinto o meu pau endurecer mais ainda, a ponto de doer de tão duro, com a excitação do ato.

O tesão é tanto que acordo, e de fato meu pau está com uma ereção matinal anormalmente intensa, até doendo. Levanto e meu pau continua duro, na horizontal enquanto ando, por mais um ou dois minutos. Isso é particularmente estranho porque normalmente tenho alguma disfunção erétil – não que eu seja totalmente brocha, mas minha ereção costuma não ser muito intensa (normalmente fica “meia-bomba”) e é meio inconstante;  é  o bastante para eu comer uns caras de vez em quando, como o de duas semanas atrás (na verdade gosto mais de dar, mas “a variedade é o tempero da vida” :), mas é muito raro ficar duro igual uma pedra como ficou hoje. Parece que um estímulo ultra-poderoso como essa aparição onírica de um tesão de infância, e que ainda por cima é exatamente o meu tipo de homem preferido (prefiro os louros, e pau grande é quase que uma condição imprescindível para mim), faz toda a diferença para uma ereção fenomenal.

Volta e meia tenho sonhos eróticos com esse que eu chamo de “meu incubus“. Ele sempre, inevitavelmente aparece sob a forma de um louro de pau enorme, mas os detalhes variam. Às vezes aparece como um rapaz magrelo e desengonçado, outras como um saradão com cara de lutador de WFC, mas de alguma forma sempre sei que é a mesma “pessoa”. Como neste sonho, em fiquei com a sensação de que o R. era um “Falso R.”. Mas, quer saber? Quem se importa? Foi uma delícia do mesmo jeito, e espero que o incubus apareça mais vezes. 😉

P.S.: lembrei que hoje na rua, quase pela hora do almoço, vi um louro de olho claro com cara de uns 30 e tantos anos com um pausão aparecendo na bermuda jeans, virado para baixo; ele notou que olhei e fiquei todo “problemático” de tesão. E agora de tarde conheci outro louro de olho claro numa sala de chat, e existe a vaga possibilidade de fazermos algo a noite. Isso em uma cidade/estado onde louros são bastante raros – ao que parece estou com sorte hoje. 😉

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Sonho Psicopata, noite de 23 para 24 de novembro de 2010

Sonho que sou o Dexter Morgan, aquele “psicopata bonzinho que esquarteja pessoas” 🙂 daquela série de TV. Estou atrás de um malfeitor – um homem de terno cinza, cabelos grisalhos, rosto comprido e olhos azuis penetrantes – e consigo encurralá-lo dentro de uma casinha branca que parece ficar nos fundos de uma grande propriedade arborizada no meio do mato. Brigamos e estranhamente consigo arrancar uma perna (?!?) do malfeitor, espalhando sangue pelo interior da casinha. Mas, nesse momento, uma terceira pessoa (que é uma presença enevoada e sem detalhes na minha lembrança, mas creio que era outro homem) se aproxima da casinha e paramos de brigar, fingindo de comum acordo que estava tudo bem.

A pessoa entra dizendo que ouviu ruídos de luta vindos de algum lugar próximo, e pergunta se vimos alguma coisa suspeita. “Não vimos ninguém brigando, mas achei uma perna humana solta, veja!”, respondo eu, mostrando a perna arrancada ao recém-chegado.

Meu oponente então diz, “Ah, é minha perna prostética, eu estava mesmo procurando por ela, obrigado!”. Olho então de novo para a perna e vejo que ela tem um encaixe de metal na extremidade rompida, e o mesmo acontece com o toco de perna do meu oponente. Misteriosamente, todo o sangue liberado no arrancamento de perna sumiu.

Sei que esse sonho tinha ainda partes antes e depois da relatada, mas não lembro de qualquer detalhe das mesmas. Além disso, sei também que tive outro (talvez outros) sonhos na mesma noite, mas também não lembro de qualquer detalhe deles.

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Sonho com castelo, noite de 22 para 23 de novembro de 2010

Sonho que estou no alto de uma montanha coberta de florestas que desce para um largo vale com campinas verdejantes por onde serpenteia um rio refletindo o céu. No sopé da montanha fica um castelo em ruínas, seguindo um desenho pouco usual: uma única torre, quadrada e lembrando as torres de Notre Dame, situada no centro de um dos lados menores de um grande pátio sobre uma plataforma que se ergue do solo; ou, explicando de outra maneira, a torre fica na borda de um grande paralelepípedo , cuja parte superior é um pátio. Do lado do paralelepípedo há uma larga escadaria que desce abaixo do nível do solo, encontrando um grande portão retangular que dá acesso ao interior do castelo. Todo o conjunto é feito de blocos de pedra castanho-clara, regulares e bem-acabados. Porém, todo o castelo está decadente, com as janelas destruídas, as pedras manchadas e alguns pequenos trechos desmoronados aqui e ali.

Minha auto-imagem nesse sonho é confusa, sei que sou uma forma humanóide masculina mas meus contornos no Olho da Mente são difusos e minha substância parece semitransparente. Parece existir outra pessoa ao meu lado, mas dela nada lembro, a não ser que aponto para ela a maravilha do castelo, como se estivesse extasiado por finalmente descobri-lo. Descemos a montanha rumo à ruína.

Entramos no castelo, e o interior deste não é uma ruína – na verdade é tudo limpo e bem cuidado. Por dentro, o castelo é de pedra negra e reluzente, formando paredes que refletem como espelhos de obsidiana. As janelas com arcos góticos, que por fora parecem arruinadas, por dentro são fechadas com elaborados vitrais que inundam de luz o interior que, não obstante, ainda assim é escuro devido à pedra negra que compõe o chão, paredes e teto.

Tenho a sensação de que o castelo esconde algum segredo obscuro, com o qual eu até tenha entrado em contato durante o sonho, mas realmente não me lembro do que poderia ser. Na verdade o único detalhe de que me lembro é que em algum andar mais para cima no castelo (talvez na torre?) existe o que parece ser um escritório, com divisórias cinzentas. Tudo parece organizado e limpo, denunciando uso constante e recente, mas não vejo ninguém no escritório; aliás, todo o castelo parece vazio.

Saímos do castelo e, quando me volto para o mesmo, vejo que ele miraculosamente se transformou e não é mais uma ruína. Agora ele é revestido por fora da mesma pedra negra vítrea do interior, e tudo é reluzente e novo em folha. Há agora também um toque de modernidade: trechos verticais da fachada da torre, principalmente nos cantos, são cobertos de vidro espelhado, como num arranha-céu moderno.

Este é um daqueles sonhos que deixam a impressão de uma mensagem oculta – mística, premonitória, porque não dizer? (Afinal, criei este blog sob um pseudônimo para escrever exatamente o que penso e sinto, sem as amarras dos dogmas atuais, como por exemplo “pessoas inteligentes não podem pensar em sobrenaturalismo”.) No caso, mesmo o castelo renovado tendo uma aparência um tanto soturna e escondendo em seu interior o tal segredo obscuro, minha impressão é de que é uma mensagem de otimismo e esperança: “o castelo será restaurado”.

Mas o que seria “o castelo”, o que ele simboliza? Talvez minha vida como um todo. Este ano foi, que os Deuses perdoem minha “reclamação” implícita, muito ruim para mim. Meu gato mais velho morreu, e por minha culpa; descobri da pior maneira (quase morri no começo do ano, atacado por infecções oportunistas) que tenho HIV (que, por outro lado, desde então está sendo tratado, com uma excelente recuperação da minha saúde); minha mãe teve mais problemas de saúde e parece ter envelhecido dez anos em poucos meses; e, finalmente, minha empresa quebrou e estou oficialmente desempregado (embora ainda recebendo remuneração informal referente a uns contratos pendentes com clientes; além disso, tenho economias para aguentar por anos, se for preciso).

Assim, minha interpretação “o castelo será restaurado” significa que minha vida deve melhorar – guardando vários dos problemas atuais, várias das lembranças sombrias e arrependimentos (o “segredo obscuro” oculto no castelo, que além do mais é coberto de pedras negras que trazem as trevas, a Escuridão), mas não obstante melhorando no geral. Em particular, a fachada de vidro espelhado que aparece na torre restaurada do castelo me lembra fortemente a fachada de vidro espelhado do prédio de uma empresa que recentemente andou me sondando para uma oferta de emprego.  (Além do mais, existe um escritório dentro da torre, em certos aspectos lembrando o escritório da tal empresa do Mundo Desperto.) Será esse um sinal de que conseguirei o emprego, e isso será parte da Restauração pela qual minha vida passará?

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Sonho com zumbis, noite de 20 para 21 de novembro

Sonho que sou o guarda gatão protagonista do The Walking Dead (a série de TV, não o gibi), interpretado pelo Andrew Lincoln, e estou com minha mulher (sim, surpreendentemente sou heterossexual no sonho, ao que parece) a bordo de um navio que foi invadido por zumbis. O sonho é uma correria pelos corredores e conveses da embarcação, fugindo dos mortos-vivos, que ao contrário dos da série são ágeis e também capazes de correr. Outra diferença bizarra é que em certo momento ouço os zumbis conversando, e oculto atrás de uma parede vejo que eles estão sorrindo, como se estivessem contando um causo engraçado. Isso me parece estranho mesmo no contexto do sonho, já que em todas as outras “cenas” os zumbis se comportavam como seres completamente irracionais…

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